Dieta dos pontos Leia, use, aprenda a comer de tudo e emagreça de vez (com muito prazer!)

Cada coisa tem seu tempo. A velha frase resume com perfeição os princípios da cronobiologia, área científica que se firmou nos anos 60. Seu foco é o estudo dos ritmos biológicos do organismo. Em outras palavras, nas últimas décadas os cientistas descobriram que nosso corpo se adaptou, como o dos demais seres vivos, à alternância entre luz e escuridão que caracteriza as 24 horas de um dia. Nesse intervalo, uma série de reações fisiológicas é deflagrada, mas cada uma delas tem hora marcada para acontecer. O hormônio do crescimento é secretado especialmente à noite, exemplifica o neurocientista John Fontenele Araújo, coordenador do Laboratório de Cronobiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Esse sobe-e-desce de substâncias se reflete na nossa disposição para desempenhar as tarefas cotidianas nesse ou naquele horário. Da mesma forma que a idéia de sermos acordados às 5 da manhã para comer uma feijoada nos parece indigesta, esforços físicos e intelectuais têm seus altos e baixos que devem ser levados em conta ao planejarmos nossas atividades, opina Luiz Menna-Barreto, professor da Universidade de São Paulo e um dos pioneiros no estudo da cronobiologia no Brasil.
Baseada nas recentes descobertas sobre o assunto, a escritora americana Jennifer Ackerman, especializada em divulgação científica, revela ao longo das páginas do livro Sex Sleep Eat Drink Dream, recém-lançado nos Estados Unidos, a hora certa para a prática de esportes ou para agendar uma visita ao dentista, entre outros compromissos(veja cronologia no complemento).
Além de afiar a performance nas mais variadas atividades do dia-adia, as recentes descobertas sobre os ciclos que comandam o organismo vêm contribuindo para o desenvolvimento de novos remédios e melhoras no tratamento de algumas doenças.A cronobiologia tem demonstrado que alguns sintomas ocorrem com maior intensidade em determinadas horas do dia, explica o neurocientista John Fontenele Araújo. Dessa forma, pode-se ajustar as doses de um medicamento de acordo com os picos de incidência de um mal ou sintoma ao longo das 24 horas. É o caso da pressão alta.
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